HISTÓRIA


Nazismo (Hitler) 
A professora Karin Amaral passou uma aula na lousa abordando slides, fotos, vídeos sobre o tema: Nazismo e a propaganda política de Hitler nas turmas dos 6ºs anos. Dando textos informativos e explicações sobre o assunto, confira, detalhadamente o que a professora de Historia nos passou.
          Contando as histórias de Hitler e como utilizou a propaganda contra os judeus.O regime nazista, até o final, utilizou a propaganda de forma efetiva para mobilizar a população alemã no apoio à sua guerra de conquistas. Era essencial para dar a motivação aqueles que executavam extermínios em massa dos judeus e outras vítimas do regime nazista.  As vítimas eram forçadas a demonstrar nas fotos e vídeos que estavam vivendo em excelentes condições de vida. Mas também apresentavam os judeus como ‘’subhumanos’’  que se infiltravam na sociedade ariana. Deu pra ver a maldade do regime nazista. E também que o poder da mídia é tão forte que pode ser usado dos dois lados, e quem faz sua utilização é beneficiado com certeza! Praticamente toda a nação alemã foi persuadida a favor da política nazista, desencadeando o maior genocídio da humanidade: o Holocausto!
A propaganda política nazista
Hitler achava que a que a propaganda política enchia as pessoas de pensamentos positivos sobre ele, que iam aceitar concordando com suas idéias e o principal, ia gerar confiança no exercito nazista.
Ele usou para isso a arte, musica, teatro, filmes, livros, estações de radio, materiais escolares, imprensa e muito mais. O cinema foi o principal meio para retratar que a raça alemã era a melhor de todas, e na maioria das vezes alguns retratavam o campo de extermínio, mas de outra forma, como um lugar muito bom de se viver.A mídia também foi usada contra os judeus, e nos filmes eles eram retratados como a raça sub-humana.
 Propaganda política nazista foi um dos fenômenos marcantes deste século. Com ela, Hitler, sem recorrer a força militar, conseguiu a anexação da Áustria e Tchecoslováquia ao Reich e a queda da França. Já quando Hitler estava preso, ele começa a perceber que a propaganda seria uma grande arma, talvez uma das mais eficientes, para seu futuro empreendimento. Uma propaganda dirigida, às massas, ao povo. Esta também deveria ser adequada a estes interlocutores menos favorecidos intelectualmente. Explorando os sentimentos, o coração da massa, permeada de uma dose de psicologia. Pois o povo deixa-se guiar mais pelo sentir do que pelo pensar. Tal propaganda deveria ser centrada em pequenos pontos, devido à compreensão limitada do povo. Estes pontos seriam repetidos muitas vezes. Isto explica os gritos de guerra e as saudações nazistas. Outro ponto salientado por Hitler é o de que na propaganda tudo é permitido, mentir, caluniar... Segundo o maior propagandista nazista, Goebbels, na formulação de uma propaganda, deveriam ser usadas experiências existentes




Escritores da Liberdade
No ROCA do 6º Ano, dentre os vários tópicos abordados pela professora de História, Karin, um deles foi o filme “Escritores da Liberdade”. Abaixo, um breve resumo sobre o que é relatado no filme, e alguns vídeos contando um pouco mais sobre o mesmo.
Este filme é baseado em fatos reais e conta a história da professora Erin Gruwell ao começar a lecionar em uma turma de 2º grau no Colégio Wilson. Após sua primeira aula, Erin percebe que a educação naquela escola não era como ela tinha imaginado. Sua turma, assim como toda a escola, era dividida em gangues e etnias, ocorrendo, então, muitas desavenças e brigas violentas. Mesmo um pouco decepcionada ao descobrir o desinteresse dos alunos pela aula, ela não desiste de tentar superar as barreiras ali encontradas. A professora G, como também era chamada pelos alunos, começa a utilizar características comuns às vidas deles para lhes ensinar a matéria, fazendo com que eles se interessem um pouco mais. Também faz algumas atividades que acabam tocando suas consciências. Apesar de aos poucos demonstrar desânimo em relação às chances de êxito no trabalho com aquele grupo, Erin não desiste de sua empreitada. Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e dos demais professores, ela acredita que há possibilidades reais de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso, cria um projeto de leitura e escrita, iniciado com o livro “O Diário de Anne Frank”, em que os alunos poderão registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas, relações, interações, idéias de mundo, leituras,... Ao criar um elo de contato com o mundo, Erin fornece aos alunos um elemento real de comunicação que permite aos mesmos se libertar de seus medos, anseios, aflições e inseguranças. Partindo do exemplo de Anne Frank, menina judia alemã, branca como a professora, que sofreu perseguições por parte dos nazistas até perder a vida durante a 2ª Guerra Mundial, Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos, independentemente da cor da pele, da origem étnica, da religião, do saldo bancário, etc.



Conclusão
Muitas vezes a realidade que os jovens vivem em casa, como a violência, as drogas, o desemprego entre outros fazem com que eles procurem uma solução nas ruas e lá se envolvem em situações cruéis, como exemplo, as gangues mostradas no filme.
Essa realidade está presente em nossa sociedade, no mundo. E estes jovens com as mentes travadas pelos terrores causados por estas coisas e por não acreditarem mais em si mesmas e até por acharem que ninguém acredita, eles continuam a praticar o mal. Até que num momento alguém os dispertam novamente para o mundo, os fazem sentir especiais, capazes e acreditarem na mudança.
Um ponto que me fez refletir também foi o fato da professora procurar conhecer melhor os seus alunos fazendo a abordagem dos conhecimentos deles para a partir daí tomar iniciativas do que e de como trabalhar com eles. Nós gostamos do filme, principalmente, por aprendermos a valorizar os conhecimentos não só nossos como os das outras pessoas, procurando sempre levantar a auto estima para que eles se sintam parte da sociedade da qual pertence.








A PROPAGANDA

O que é propaganda?
Propaganda é um modo específico de apresentar informação sobre um produto, marca, empresa ou política que visa influenciar a atitude de uma audiência para uma causa, posição ou atuação. Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços de persuasão patrocinados por governos e partidos políticos.
Propaganda coca cola gta

 A propaganda pode ser classificada de acordo com a origem:
·         Propaganda Branca é a que vem de fonte identificada;
·         Propaganda Negra é a que vem de uma pretensa fonte "amiga" mas na verdade vem de um adversário
·         Propaganda Cinza aquela que pretende vir de uma fonte neutra, mas vem de um adversário.
Propaganda marrom. Não se trata de horário político ou qualquer forma de campanha oficial.
É propaganda fantasiada de vinheta e de reportagem.
Primeiro, a Veja e sua capa com o candidato José Serra.
                
É propaganda fantasiada de vinheta e de reportagem.
Primeiro a Veja e sua capa com o candidato José Serra.

·       Se a capa não é suficiente para me fazer ser entendido, recomendo fortemente que você acesse este link. Nele, você lê o texto que anuncia a “reportagem”; ele deixa explícito seu caráter panfletário.

·         Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida: a propaganda comercial, que normalmente não é chamada de propaganda mas sim publicidade, embora no Brasil seja utilizada como sinônimo. Ao contrário da busca de imparcialidade na comunicação, a propaganda apresenta informações com o objetivo principal de influenciar uma audiência. Para tal, freqüentemente apresenta os fatos seletivamente (possibilitando a mentira por omissão ) para encorajar determinadas conclusões, ou usa mensagens exageradas para produzir uma resposta emocional e não racional à informação apresentada. O resultado desejado é uma mudança de atitude em relação ao assunto no público-alvo para promover uma agenda. A propaganda pode ser usada como uma forma de luta política.

Apesar do termo "propaganda" ter adquirido uma conotação negativa, por associação com os exemplos da sua utilização manipuladora, a propaganda em seu sentido original é neutra, e pode se referir a usos considerados geralmente benignos ou inócuos, como recomendações de saúde pública, campanhas a encorajar os cidadãos a participar de um censo ou eleição, ou mensagens a estimular as pessoas a denunciar crimes à polícia, entre outros. Muitos pesquisadores discutem se a propaganda é uma Arte, Ciência ou Técnica . Segundo Freitas(2009), é através união dessas três ciências que surgiu a propaganda , nas quais ainda é baseada.
Conclusão:  a publicidade que muitas vezes é “acusada” de ser um dos grandes responsáveis pelas praticas consumistas existentes, não é diretamente responsável por tais hábitos, pois esta desde que socialmente responsável é apenas um instrumento das empresas que pode até criar melhorias no nível de vida das populações e impulsionar o crescimento de um país.Tem gente que acha que a propaganda traz benefícios mas tem outros que acha a propaganda um “saco”. E você, o que acha?


  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *

No 7º Ano, o projeto ROCA  2011, vem nos falar sobre a MÍDIA. Aquela que nos faz, quase sempre, mudar de opinião, que nos dá uma quantidade enorme de informação e de conhecimento. A professora Maria Luiza nos apresentou em sala um trabalho interessante: Um texto informativo, para que avaliássemos O PODER DA MÍDIA. Foi proposto um trabalho em grupo, pensando e discutindo sobre o assunto. O texto que se segue, apresenta o que descobrimos no fim desta leitura e das explicações.


  O PODER  DA  MÍDIA
O poder da mídia é realmente incrível! Faz com que as pessoas comprem mais e mais, que se tornem consumistas. As pessoas acabam caindo no que as empresas insinuam.

Os meios de comunicação influenciam vários aspectos da nossa vida: comportamental, profissional, comercial. Desde programas de entretenimento até os mais informativos têm grande poder de persuasão e influenciam em nossas decisões. Novelas ditam modas, notícias causam reviravolta nos mercados e na política, e a publicidade nos diz qual é o melhor produto a ser consumido. As empresas pagam um absurdo por uma propaganda no meio do futebol, por exemplo, e isso já te marca, quando você pensa: “uau! Pagam caro para mostrar isso, então deve ser bom de verdade!”. Então imagine quando passa a propaganda na novela! Está na moda, então é bom, é legal, é famoso, todos tem e eu vou ter também! Um ótimo exemplo é quando, no meio da novela, a atriz menciona o seu batom e fala a marca, por exemplo: Avon. Prontinho! Todas as mulheres vão pensar que tem que ter o batom, já que apareceu na novela! Tudo é uma questão de driblar a razão e a lógica, apelando para a primeira impressão, para a emoção, imagem e muito mais. CDs, sapatos, maquiagens, roupas e muito mais apelam para o poder da mídia, já que ela determina, para muitas pessoas o que é bom, legal, bonito. E não só empresas (produtos) recorrem à mídia, mas a política também! Propagandas na TV e principalmente um debate político podem mudar o rumo das eleições, já que uma pessoa que causa uma boa impressão agrada. Alguém feio, carrancudo, que não fala bem, nos dá a impressão de alguém ruim, sem condições de comandar, quando o que fala bem pode não ter propostas boas o suficiente. Neste caso, a imagem faz a diferença.